Sugestão para uma viagem de 4 dias
1º dia: Transfer de sua cidade para Paraty, check in no local que se deseja hospedar, jantar às 20h30min em um dos restaurantes do Centro Histórico e após uma breve caminhada pela feirinha do Centro Histórico.
2º dia: Café da manhã das 08h00min às 09h00min no próprio local que se está hospedado, às 10h00min passeio de barco pela Praia Vermelha, 12h00min almoço em um dos restaurantes da praia, após tempo para apreciar a praia às 13h30min, após volta para o local que se está hospedado e até as 16h00min tempo livre, às 16h30min fazer compras pela cidade, às 20h30min jantar em um dos restaurantes do Centro Histórico e após uma breve ida a uma casa noturna.
3º dia: Café da manhã das 08h00min às 09h00min no próprio local que se está hospedado, às 10h00min mergulho maravilhoso na Ilha comprida, às 12h00min almoço, das 13h00min às 14h00min tempo livre no local hospedado, às 15h00min passeio pelo Centro Histórico e aproveitar para conhecer um pouco da história, do artesanato e da cultura e apreciar o café com caldo de cana, uma das especiarias da cidade, das 18 às 19h30min tempo livre para descansar, às 20h00min jantar e após descanso no local hospedado.
4º dia: Café da manhã às 08h00min, às 09h00min trilha pelo Caminho do Ouro o que possibilitará paradas para descanso, apreciação da paisagem e banho pelas diversas cachoeiras, às 12h00min almoço e após volta para o local que se está hospedado para fazer o check in out e aguardar o transfer até a sua cidade.
Um pacote como este de quatro dias sai na faixa de R$1.000,00 a R$1.500,00 (por pessoa) dependendo do local que queira se hospedar e da escolha dos restaurantes.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Onde ficar em Paraty
São diversos hotéis, pousadas e albergues espalhados pela cidade de Paraty, a pessoa pode escolher no Centro Histórico, próximo ao centro da cidade, na Avenida Beira Rio, próximo as praias, próximo a serra na Estrada Paraty – Cunha e nos bairros Paraty Mirim, Patrimônio e Portal das Artes. Os preços são variáveis dependendo da localidade, da época do ano e do tipo de hospedagem que a pessoa queira.
Para a pessoa que queira optar por um ambiente mais privado, outra escolha boa é alugar alguma casa por temporada.
Artesanato local, Culinária tradicional e Livros da cidade
Ambulante do Centro Histórico vendendo livros e artesanatos locais
ARTESANATO EM FIBRAS VEGETAIS
ARTESANATO EM FIBRAS VEGETAIS
Cestaria e outros: devido à abundância de fibras vegetais na região, como a taquara, bambu, palha do coco, taboa e cipós, Paraty se tornou um grande produtor de cestarias, sendo que as principais peças produzidas são: peneiras (utilizadas na produção da farinha de mandioca), balaios (para carregar peixe), esteiras, cestos, tapiti (utilizadas na produção da farinha de mandioca), tapetes, capas de garrafas, abanos, covo (armadilha usada na pesca), bolsas, cúpulas de abajur e chapéu.
ARTESANATO EM TECIDO
Retalhos: surgiu da necessidade de economizar, aproveitando restos de tecidos para produzir artigos domésticos como colchas, almofadas, tapetes e cortinas.
Bonecas de Pano: aproveitando restos de tecidos, mães e avós faziam bonecas de pano para presentear suas filhas ou netas. Com o decorrer do tempo passou a ser feito também para a venda.
Crochê: colchas, tapetes, cortinas e bolsas.
ARTESANATO EM MADEIRA
Utensílios Domésticos: em conseqüência do isolamento que vivia Paraty, esse tipo de artesanato surgiu da necessidade de produzir objetos utilizados na preparação de alimentos como gamelas (para guardar alimentos), pilões (para socar café, milho ou arroz) e colheres de pau.
Miniaturas de Barcos e Pássaros: produzido inicialmente como brinquedo para as crianças da família, acabou virando fonte de renda dos artesões, podendo ser utilizados também com objeto de decoração.
Remo: podem ser produzidos para a pesca ou como objeto de decoração. O remo para pesca possui nove palmos de comprimento e serve tanto para propulsão, como para leme e porrete para matar o peixe. O remo decorativo pode ser de vários tamanhos e usa-se madeira verde, que é mais macia para se trabalhar. A ponta dos remos é côncava e em formato semelhante à ponta de uma flecha.
Outros Objetos: tamancos, ornamentos religiosos (imagens, altares, oratórios), gaiolas, cuias (para beber água ou para retirar água de dentro das canoas)
ARTESANATO EM PAPIER MACHÉ
Máscaras: vem da Europa e África o costume do uso de máscaras em datas festivas ou em rituais religiosos. As matérias primas utilizadas são o barro (para se fazer o molde), papéis sobreposto e a cola de farinha. As máscaras feitas em Paraty são usadas principalmente no carnaval e para enfeite.
Outros Objetos: além dos tradicionais balões feitos em papier maché, existem belíssimos trabalhos na forma de quadros, esculturas e imagens religiosas.
Retalhos: surgiu da necessidade de economizar, aproveitando restos de tecidos para produzir artigos domésticos como colchas, almofadas, tapetes e cortinas.
Bonecas de Pano: aproveitando restos de tecidos, mães e avós faziam bonecas de pano para presentear suas filhas ou netas. Com o decorrer do tempo passou a ser feito também para a venda.
Crochê: colchas, tapetes, cortinas e bolsas.
ARTESANATO EM MADEIRA
Utensílios Domésticos: em conseqüência do isolamento que vivia Paraty, esse tipo de artesanato surgiu da necessidade de produzir objetos utilizados na preparação de alimentos como gamelas (para guardar alimentos), pilões (para socar café, milho ou arroz) e colheres de pau.
Miniaturas de Barcos e Pássaros: produzido inicialmente como brinquedo para as crianças da família, acabou virando fonte de renda dos artesões, podendo ser utilizados também com objeto de decoração.
Remo: podem ser produzidos para a pesca ou como objeto de decoração. O remo para pesca possui nove palmos de comprimento e serve tanto para propulsão, como para leme e porrete para matar o peixe. O remo decorativo pode ser de vários tamanhos e usa-se madeira verde, que é mais macia para se trabalhar. A ponta dos remos é côncava e em formato semelhante à ponta de uma flecha.
Outros Objetos: tamancos, ornamentos religiosos (imagens, altares, oratórios), gaiolas, cuias (para beber água ou para retirar água de dentro das canoas)
ARTESANATO EM PAPIER MACHÉ
Máscaras: vem da Europa e África o costume do uso de máscaras em datas festivas ou em rituais religiosos. As matérias primas utilizadas são o barro (para se fazer o molde), papéis sobreposto e a cola de farinha. As máscaras feitas em Paraty são usadas principalmente no carnaval e para enfeite.
Outros Objetos: além dos tradicionais balões feitos em papier maché, existem belíssimos trabalhos na forma de quadros, esculturas e imagens religiosas.
P.S.: No Centro Histórico há feirinhas, ambulantes e lojas que vendem todos esses artesanatos
| CULINÁRIA: |
Paraty possui uma tradição culinária, com comidas definidas por motivos geográficos (proximidade do mar) e econômicos (produção de açúcar, café, pinga e farinha de mandioca). Muito dos pratos típicos da região foram exportados para o resto do país. Os mais saborosos são: Peixe Azul Marinho Peixe cozido com bananas verdes, ficando com uma coloração azulada. Aproveitando o caldo do cozimento faz-se um pirão com farinha de mandioca para acompanhar o peixe. Peixe na Areia Peixe inteiro temperado com alho, limão, cheiro verde e sal, embrulhado na folha de bananeira presa com linha ou barbante. Enterra-se o peixe na areia da praia a vinte centímetros da superfície, acendendo uma fogueira por cima e, esperando assar por uma hora. Lula Recheada Lula inteira recheada com cabeças de lulas picadas e refogadas. Cozinhar a lula já recheada com água, azeite, sal e coentro. Camarão Casadinho Camarões grandes presos por palitos, dois a dois em posição contrárias um ao outro. Entre eles vai um recheio de farofa feito com camarão pequeno refogado. Serve-se grelhado ou frito. Caranguejo cozido Caranguejo de mangue cozido em água e sal, acompanhado de feijão com toucinho e arroz. Manuê de Bacia Bolo feito de melado de cana, farinha de trigo, cravo, manteiga e ovos. Massa pão Doce feito de coco, açúcar, ovos, manteiga, farinha de trigo e água. O massa pão é assado em pequenas formas e servido após passar açúcar e canela. Paspalhão Fina camada de farinha de mandioca temperada com açúcar, coco e canela (numa outra versão tempera-se com sal e erva doce), enrolada em folha de bananeira e assada em forno. Sua aparência lembra o beijú. Paçoca de Banana Banana Ouro ou da Terra verdolenga, cozida e amassada, misturada com toucinho frito. Tempera-se a mistura com sal e erva doce. Pé de Moleque Leva-se melado e gengibre ao fogo, até o ponto de bala mole. Coloca-se farinha de mandioca e corta-se como cocada. Café com Caldo de Cana Passa-se o caldo de cana fervido e misturado com um pouco de água pelo coador com o pó de café. Quentão com Caldo de Cana Ferve-se por duas horas o caldo de cano temperado com limão, noz moscada, folha de canela, cravo e gengibre. Apaga-se o fogo e adiciona-se cachaça. LIVROS: Há vários livros de autores de Paraty, que falam sobre a cidade, de suas praias, cachoeiras, trilhas, histórias, lendas, costumes, etc. é possível comprar esses livros pela internet ou na própria cidade nas livrarias ou ambulantes do Centro Histórico. |
domingo, 29 de abril de 2012
Turismo de negócio
Evento que reuniu empressarios, com palestas e amostras de hospedagem
O turismo de negócio vem aumentando na cidade de Paraty nos últimos anos, a cidade tem planejamento de construir um centro de convenções com capacidade para quatro mil pessoas. Atualmente os eventos de negócios acontecem no Centro Histórico ou nas proximidades, o que disponibiliza as pessoas que participam do evento um passeio, antes ou depois do evento, no Centro Histórico.
Festas Tradicionais
FESTAS RELIGIOSAS:
O fato de Paraty ter ficado isolado geográfica e economicamente do resto do país no período de 1870 a 1950 fez com que se preservassem alguns antigos costumes, em especial as comemorações das grandes datas do catolicismo. Durante as festas religiosas, a cidade fica enfeitada com bandeirinhas, as janelas das casas são decoradas com vasos de flores e toalhas coloridas e, as igrejas são ornamentadas com imagens que normalmente ficam guardadas. Independente do sentido religioso, estar em Paraty durante as festas religiosas é presenciar alguns dos mais ricos eventos culturais do país. As festas religiosas mais interessantes do ponto de vista turístico são:
-FESTA DO DIVINO
Inicia cinquenta dias após o domingo de Páscoa e tem duração de dez dias. A organização da festa é de responsabilidade de um casal de festeiros escolhidos anualmente pela comunidade. O centro histórico é enfeitado com bandeirinhas brancas e vermelhas e, as janelas das casas, com uma toalha vermelha tendo ao centro a imagem de uma pomba branca, simbolizando o Divino. Nesse período ocorrem missas, procissões acompanhadas de banda de música, folias, apresentações de danças, leilões de comidas típicas, desfile do Boi e da Miota (grandes bonecos vestidos por pessoas), almoço gratuito e, para encerrar, uma grande queima de fogos.
-FESTA DO DIVINO
Inicia cinquenta dias após o domingo de Páscoa e tem duração de dez dias. A organização da festa é de responsabilidade de um casal de festeiros escolhidos anualmente pela comunidade. O centro histórico é enfeitado com bandeirinhas brancas e vermelhas e, as janelas das casas, com uma toalha vermelha tendo ao centro a imagem de uma pomba branca, simbolizando o Divino. Nesse período ocorrem missas, procissões acompanhadas de banda de música, folias, apresentações de danças, leilões de comidas típicas, desfile do Boi e da Miota (grandes bonecos vestidos por pessoas), almoço gratuito e, para encerrar, uma grande queima de fogos.
-SEMANA SANTA
Inicia quarenta dias após o carnaval. A abertura das festividades ocorre no domingo com a tradicional procissão de Ramos. As janelas das casas são enfeitadas com toalhas rendadas, peças de arte sacra e flores brancas e roxas. Na sexta-feira a meia-noite acontece a procissão do Fogaréu, quando as luzes do centro histórico são apagadas e os devotos levam tochas de bambu. A procissão do Fogaréu inicia na Matriz e passa por dentro de todas as igrejas. Sábado ocorre a procissão dos Passos – único dia do ano no qual os seis Passos (altares encravados nas paredes de residências) são abertas. No último domingo acontece a procissão da Ressurreição.
Inicia quarenta dias após o carnaval. A abertura das festividades ocorre no domingo com a tradicional procissão de Ramos. As janelas das casas são enfeitadas com toalhas rendadas, peças de arte sacra e flores brancas e roxas. Na sexta-feira a meia-noite acontece a procissão do Fogaréu, quando as luzes do centro histórico são apagadas e os devotos levam tochas de bambu. A procissão do Fogaréu inicia na Matriz e passa por dentro de todas as igrejas. Sábado ocorre a procissão dos Passos – único dia do ano no qual os seis Passos (altares encravados nas paredes de residências) são abertas. No último domingo acontece a procissão da Ressurreição.
-FESTA DE SÃO PEDRO
Existe desde 1969 e é comemorada no dia 29 de junho, quando se inaugurou a pequena Igreja de São Pedro, na ilha do Araújo. A imagem de São Pedro, padroeiro dos pescadores, é levada em procissão marítima que sai do cais da cidade com destino à ilha do Araújo. Os barcos pesqueiros são ornamentados com arcos de bambu e bandeirinhas. Escunas levam turistas para acompanhar a procissão. Chegando à ilha, após a missa, há danças e músicas típicas e barraquinhas de doces e de comida caiçara.
Existe desde 1969 e é comemorada no dia 29 de junho, quando se inaugurou a pequena Igreja de São Pedro, na ilha do Araújo. A imagem de São Pedro, padroeiro dos pescadores, é levada em procissão marítima que sai do cais da cidade com destino à ilha do Araújo. Os barcos pesqueiros são ornamentados com arcos de bambu e bandeirinhas. Escunas levam turistas para acompanhar a procissão. Chegando à ilha, após a missa, há danças e músicas típicas e barraquinhas de doces e de comida caiçara.
-FESTA DE SANTA RITA
Ocorre na última semana de julho e dura dez dias. Tradicional festa que acontece desde 1722 (data da fundação da igreja de Santa Rita). A igreja é especialmente paramentada para as missas que ocorrem durante a festa. As janelas das casas são decoradas com toalhas coloridas e flores. Há procissões seguidas de banda e barraquinhas de comidas e bebidas típicas no largo da Igreja Santa Rita.
Ocorre na última semana de julho e dura dez dias. Tradicional festa que acontece desde 1722 (data da fundação da igreja de Santa Rita). A igreja é especialmente paramentada para as missas que ocorrem durante a festa. As janelas das casas são decoradas com toalhas coloridas e flores. Há procissões seguidas de banda e barraquinhas de comidas e bebidas típicas no largo da Igreja Santa Rita.
-FESTA DE SÃO BENEDITO E NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Celebrada no terceiro domingo de novembro. São Benedito era o padroeiro dos escravos e essa festa era considerada a Festa do Divino dos negros. Além de missas e procissões, ocorrem apresentações de danças folclóricas de origem africana.
Celebrada no terceiro domingo de novembro. São Benedito era o padroeiro dos escravos e essa festa era considerada a Festa do Divino dos negros. Além de missas e procissões, ocorrem apresentações de danças folclóricas de origem africana.
-FESTA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS
Realizada no dia 8 de setembro, após uma novena preparatória. É uma festa simples, considerando que Nossa Senhora dos Remédios é a padroeira da cidade. A festa começa na alvorada do dia 8, com os sinos das quatros igrejas tocando. As ruas são enfeitadas com bandeirinhas brancas e azuis, e as janelas das casas com toalhas e objetos de arte sacra. Por volta das 16:00h sai uma procissão da Igreja Matriz. À noite ocorrem leilões de comidas típicas e apresentações de danças e música.
Realizada no dia 8 de setembro, após uma novena preparatória. É uma festa simples, considerando que Nossa Senhora dos Remédios é a padroeira da cidade. A festa começa na alvorada do dia 8, com os sinos das quatros igrejas tocando. As ruas são enfeitadas com bandeirinhas brancas e azuis, e as janelas das casas com toalhas e objetos de arte sacra. Por volta das 16:00h sai uma procissão da Igreja Matriz. À noite ocorrem leilões de comidas típicas e apresentações de danças e música.
-PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI
Ocorre anualmente no mês de maio ou junho, com duração de um dia. As ruas do centro histórico por onde passa a procissão são enfeitadas com tapetes de folhas e serragem, formando desenhos com motivos religiosos.
Ocorre anualmente no mês de maio ou junho, com duração de um dia. As ruas do centro histórico por onde passa a procissão são enfeitadas com tapetes de folhas e serragem, formando desenhos com motivos religiosos.
O carnaval tradicional de Paraty é de rua, com a presença dos Mascaradinhos e do Boronofe, desfile de Escolas de Samba e bandas musicais tradicionais puxando os foliões pelas ruas do centro histórico. De criação mais recente, o Bloco da Lama sai da praia do Jabaquara em direção ao rio Perequê-Açu no sábado de carnaval.
Boronofe é um boneco gigante, com uma cabeça de meio metro de diâmetro, trajando capa às costas e roupas de cores alegres, vestidos por um adulto, Esse estranho ser vem da distorção do nome do cientista russo Voronoff que entre 1912 a 1915 criou polêmica (críticas e piadas) ao fazer transplantes de sexo em animais. Mascaradinhos são crianças e adolescentes que saem fantasiadas com feias máscaras de papel machier e roupas largas e velhas, assuntando as crianças com o ruído “Brrrrrr”. Em resposta ouvem: “Mascarado bobo, feio e horroroso” ou “Mascarado pé de pato, comedor de carrapato”. Os Mascaradinhos saem desde o Dia dos Reis, em janeiro, até o último dia do carnaval.
Boronofe é um boneco gigante, com uma cabeça de meio metro de diâmetro, trajando capa às costas e roupas de cores alegres, vestidos por um adulto, Esse estranho ser vem da distorção do nome do cientista russo Voronoff que entre 1912 a 1915 criou polêmica (críticas e piadas) ao fazer transplantes de sexo em animais. Mascaradinhos são crianças e adolescentes que saem fantasiadas com feias máscaras de papel machier e roupas largas e velhas, assuntando as crianças com o ruído “Brrrrrr”. Em resposta ouvem: “Mascarado bobo, feio e horroroso” ou “Mascarado pé de pato, comedor de carrapato”. Os Mascaradinhos saem desde o Dia dos Reis, em janeiro, até o último dia do carnaval.
Para sair no Bloco da Lama, centenas de foliões vão ao mangue localizado no fim da praia do Jabaquara cobrir todo o corpo, inclusive rosto e cabelo, com lama e algas. Até cavalos e cachorros fazem parte do bloco. Irreconhecíveis e portando cajados de madeira e caveiras de cabeça de boi, saem assustando os transeuntes, gritando em coro “Uga-uga, Rá-ra”.
-O FESTIVAL DA CACHAÇA
O Festival da Cachaça acontece desde 1983 e foi criado pelos alambiqueiros de Paraty para divulgar a aguardente produzida na região. Ocorre anualmente no terceiro final de semana de agosto, com duração de três dias. Nele são expostos os equipamentos utilizados no preparo da bebida, rótulos antigos das garrafas e procura-se conscientizar os visitantes quanto à importância da cachaça para a cultura e economia da cidade. Durante o evento pode-se degustar os vários tipos de aguardente, assim como comidas típicas e ouvir cirandas e bandas musicais.
O Festival da Cachaça acontece desde 1983 e foi criado pelos alambiqueiros de Paraty para divulgar a aguardente produzida na região. Ocorre anualmente no terceiro final de semana de agosto, com duração de três dias. Nele são expostos os equipamentos utilizados no preparo da bebida, rótulos antigos das garrafas e procura-se conscientizar os visitantes quanto à importância da cachaça para a cultura e economia da cidade. Durante o evento pode-se degustar os vários tipos de aguardente, assim como comidas típicas e ouvir cirandas e bandas musicais.
-FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DE PARATI (FLIP)
A primeira FLIP ocorreu no ano de 2003 e vem sendo realizada anualmente, com duração de cinco dias. Durante a festa escritores nacionais e internacionais apresentam seus livros e teorias para o público além de participarem de encontros reservados para debates entres os escritores. Um ponto interessante da FLIP e o espaço infantil chamado de Flipinha.
A primeira FLIP ocorreu no ano de 2003 e vem sendo realizada anualmente, com duração de cinco dias. Durante a festa escritores nacionais e internacionais apresentam seus livros e teorias para o público além de participarem de encontros reservados para debates entres os escritores. Um ponto interessante da FLIP e o espaço infantil chamado de Flipinha.
Turismo Cultural - Centro Histórico
Ao contrário do que aconteceu na maioria das cidades do Brasil, Paraty foi uma cidade planejada. Engenheiros militares portugueses, cientes da vocação portuária da cidade e da necessidade de defesa do local, definiram como seriam as ruas e onde ficariam as igrejas, praças, cadeia, câmara, fortes e as áreas residenciais, seguiram o padrão das cidades portuguesas onde as igrejas serviam de balizamento e pólo de atração residencial.
As casas foram construídas acima do nível da rua por causa da invasão das águas das marés, previstas para entrar e limpar a cidade, principalmente dos estrumes de cavalos e burros de cargas que constantemente passavam pela cidade.
O calçamento das ruas de Paraty com pedras irregulares - conhecido como pé-de-moleque - começou no século XVIII, graças ao desenvolvimento trazido pelo ciclo do ouro. Entretanto, foi a riqueza gerada pelo ciclo do café que terminou por calçar todas as ruas
O centro histórico possui trinta e um quarteirões e quatro praças (Bandeira, Santa Rita, Matriz e Rosário). Em quase todas as esquinas do bairro histórico há três cunhais de pedra lavrada, formando um triângulo imaginário, símbolo maçônico que representa Deus.
Na década de 1970 os acessos ao centro histórico foram fechados com correntes, impedindo a entrada de veículos pelas ruas de pedras. Até 1980 o calçamento de pedras estava em perfeito estado, com as pedras alinhadas e todas na mesma altura. Entretanto, nesse ano, retiraram as pedras para a construção da rede de esgoto, e ao colocarem de volta não o fizeram corretamente.
PRINCIPAIS CONSTRUÇÕES COLONIAIS
-Sobrado dos Bonecos
Construído em meados do século XIX possuem uma mistura de vários estilos arquitetônicos. Observar os batentes de granito, o gradil trabalhado nas sacadas, os lampiões de vidro e ferro, as telhas de louça pintada e, as cornetas de bronze usadas para escoar a água da chuva.
-Sobrado dos Bonecos
Construído em meados do século XIX possuem uma mistura de vários estilos arquitetônicos. Observar os batentes de granito, o gradil trabalhado nas sacadas, os lampiões de vidro e ferro, as telhas de louça pintada e, as cornetas de bronze usadas para escoar a água da chuva.
-Casa da Cultura
Esse belo sobrado foi construído em 1754, como mostra o florão acima da porta de entrada, no início do século XX funcionou como escola, virando posteriormente uma boate até ser transformado em 1990 na atual Casa da Cultura. Segundo a UNESCO é o sobrado mais representativo da arquitetura do século XVIII.
Esse belo sobrado foi construído em 1754, como mostra o florão acima da porta de entrada, no início do século XX funcionou como escola, virando posteriormente uma boate até ser transformado em 1990 na atual Casa da Cultura. Segundo a UNESCO é o sobrado mais representativo da arquitetura do século XVIII.
-Santa Casa da Misericórdia
A primeira pedra da construção foi benta na Igreja da Matriz em 13 de outubro de 1822. Está localizada na margem esquerda do rio Perequê-Açu, fora do Centro Histórico. Foi construída para ser hospital, possui ventilação nos tetos dos quartos, pé direito alto e um pátio interno para iluminação e ventilação onde há uma estátua de Dom Pedro I.
A primeira pedra da construção foi benta na Igreja da Matriz em 13 de outubro de 1822. Está localizada na margem esquerda do rio Perequê-Açu, fora do Centro Histórico. Foi construída para ser hospital, possui ventilação nos tetos dos quartos, pé direito alto e um pátio interno para iluminação e ventilação onde há uma estátua de Dom Pedro I.
-Casas na Rua da Praia
Nenhuma das casas desse trecho da rua possui janelas, indicando que ali, próximo ao cais, era a principal área de comércio da cidade, com construções destinadas a armazéns, mercados e depósitos. Atualmente estas casas estão sendo usadas como ateliers.
Nenhuma das casas desse trecho da rua possui janelas, indicando que ali, próximo ao cais, era a principal área de comércio da cidade, com construções destinadas a armazéns, mercados e depósitos. Atualmente estas casas estão sendo usadas como ateliers.
-Sobrado dos Abacaxis
Sobrado rico em detalhes arquitetônicos, com ornamentos maçons na fachada, sacadas com gradil de ferro trabalhado e adornos em forma de abacaxis (símbolo de prosperidade).
Sobrado rico em detalhes arquitetônicos, com ornamentos maçons na fachada, sacadas com gradil de ferro trabalhado e adornos em forma de abacaxis (símbolo de prosperidade).
-Chafariz do Pedreira
Construído em 1851, abastecia de água os moradores da cidade e os tropeiros que faziam as viagens pela serra.
-Igreja da Matriz (ou Igreja de Nossa Senhora dos Remédios)
Começou a ser construída em 1787 só ficando pronta em de 1873, 86 anos depois. A igreja Matriz está situada em frente à praça de mesmo nome e possui uma construção imponente. A obra não chegou a ser completada por falta de recursos (nota-se que as duas torres não foram terminadas, ficando pequenas para o tamanho da igreja e, ao fundo, pedras sobressaem das colunas externas indicando que seriam construídas mais paredes).
-Igreja da Santa RitaConstruído em 1851, abastecia de água os moradores da cidade e os tropeiros que faziam as viagens pela serra.
-Igreja da Matriz (ou Igreja de Nossa Senhora dos Remédios)
Começou a ser construída em 1787 só ficando pronta em de 1873, 86 anos depois. A igreja Matriz está situada em frente à praça de mesmo nome e possui uma construção imponente. A obra não chegou a ser completada por falta de recursos (nota-se que as duas torres não foram terminadas, ficando pequenas para o tamanho da igreja e, ao fundo, pedras sobressaem das colunas externas indicando que seriam construídas mais paredes).
A igreja da Santa Rita foi aberta ao público em 30 de junho de 1722, tornando-se a mais antiga igreja de Paraty.. Numa construção anexa à igreja, está o cemitério da Irmandade em estilo columbário (com tumbas embutidas), construído no século XIX. Existe nesse anexo um poço de água transparente que muitos acreditavam ser milagrosa.
-Igreja de Nossa Senhora das Dores
Construída em 1800 para a aristocracia, entretanto com o isolamento e decadência da cidade a partir de 1870, a igreja ficou abandonada até 1901, quando a Irmandade de Nossa Senhora das Dores, composta somente por mulheres, a reformou. É atualmente conhecida com “Capela das Dores” ou “Capelinha”. Projetada para ter duas torres, apenas uma foi concluída. Na parte de traz da igreja há um cemitério em estilo columbário.
-Forte Defensor Perpétuo
Construído em 1703, está localizado no morro ao norte e próximo à. O Forte Defensor Perpétuo está bem conservado e possui belíssima vista para a baía de Paraty. Espalhados pelo jardim há oito canhões de diferentes calibres e enormes tachos de ferro onde se cozinhava óleo de baleia para ser utilizado na construção e iluminação e possui uma Casa da Pólvora e, no espaço onde era a cadeia do forte e o alojamento dos soldados, está hoje o Centro de Artes e Tradições Populares de Paraty, um museu com exposição permanente de artesanato caiçara.
-Quartel da Fortaleza da Patitiba
Situado ao lado da Igreja Santa Rita, sua construção data de 1703. Esse prédio era um dos elementos do que uma vez foi a Fortaleza da Patitiba, no fim do século XIX o local foi reformado e utilizado até o ano de 1980 como cadeia pública, atualmente abriga a biblioteca Fábio Vilaboim e a Pinacoteca Marino Gouveia com exposição permanente de obras de arte
MUSEUS, EXPOSIÇÕES E CULTURA
-Casa da Cultura
Este sobrado do século XVIII abriga desde março de 2004 a Casa da Cultura de Paraty. Possui auditório para 180 pessoas, livraria, espaço para exposições temporárias, loja de artesanatos e uma exposição permanente idealizada pela diretora teatral, com peças do cotidiano paratiense, computadores com a história e informações para os turistas.
-Museu de Arte Sacra
Este museu foi criado em 1973 e é administrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), possui exposição permanente de imagens, pratarias, paramentos, alfaias e documentos pertencentes às antigas irmandades religiosas da cidade.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Turismo aventura
Para os amantes de aventura é indicado um parque privado que tem em Paraty, neste parque tem a prática de arvorismo infantil, arvorismo para iniciantes, intermiários e experientes, tem a prática de tirolesa, rappel, trilhas e caiaques, tudo na maior segurança e o preço varia de R$ 25,00 à R$ 240,00 (por pessoa) dependendo do tipo de aventura que a pessoa queira fazer. Esse parque é uma boa escolha para grupos de amigos e familiares.
Caminho do Café
O Caminho do Café, conhecido também como Caminho dos Degraus ou Estrada Nova da Serra, é um caminho pouco conhecido pelos turistas, mas vale muito a pena fazer esta trilha.O Caminho do Café foi calçado com pedra pelos escravos e foi construído no início do século XIX com a finalidade de escoar o café produzido no Vale do Paraíba numa rota mais curta que a do Caminho do Ouro. Por ser mais recente que o Caminho do Ouro, este caminho foi construído com técnicas de engenharia mais modernas, as quais podem ser percebidas no sofisticado sistema de drenagem de água nas três galerias pluviais e nos muros de arrimo. Por esse caminho passou o Marechal Duque de Caxias, em 1842, com as força legais enviadas pelo Governo do Império, para combater os revoltosos de Teófilo Otoni, em Minas Gerais.
Apesar de estar abandonado a mais de 200 anos, sem nunca haverem feito qualquer tipo de manutenção ou recuperação e floresta em sua volta ter quase fechado o caminho, trechos dessa estrada encontram-se em bom estado de conservação, com as pedras encaixadas num perfeito alinhamento. Achar o início da trilha do Caminho do Café não é fácil, motivo pelo qual é recomendável um guia experiente.
Caminho do Ouro
O Caminho do Ouro é uma antiga trilha indígena que unia as tribos de Paraty com as do Vale do Paraíba. Em 1660 foi alargada por ordem de Salvador Corrêa de Sá e teve seu trajeto ligeiramente modificado. No início do século XVIII foi calçada com pedras, retiradas dos rios próximos, passando a ser usado para escoar o ouro de Minas Gerais e para abastecê-la com gêneros alimentícios.
História e natureza andam juntas pela estrada calçada com pedras, cuja parte preservada inicia próximo à Cachoeira do Tobogã e termina no alto da serra. A natureza no entorno do Caminho do Ouro está repleta de árvores, córregos e cachoeiras, envolvendo uma história feita de sangue, suor e ouro. Ouro que trouxe felicidade a alguns, mas suor e sangue para muitos índios e escravos forçados a trabalhar nas minas, na construção das estradas e no carregamento do ouro. Durante a colonização do Brasil, essa trilha foi aproveitada pelos portugueses para desbravar as regiões do Vale do Paraíba e de Minas Gerais. As tropas de mulas subiam e desciam tão intensamente pela trilha que foi necessário calçar os trechos de serra para suportar o tráfego. Esse trecho calçado com pedras começa, na sua parte mais baixa, junto à igreja do Penha, terminando, aproximadamente, dez quilômetros acima, próximo à divisa entre Paraty e Cunha. A maior parte do caminho está dentro da mata, sendo que alguns trechos estão cobertos por terra e vegetação e, outros foram destruídos pelo tempo ou pelo homem, porém em quase todo o trajeto o calçamento de pedras está visível.
O passeio pelo Caminho do Ouro não pode ser feito por conta própria, o ideal é contratar um guia (pode ser conseguido no local de início ou nas agências de turismo), pois o Caminho do Ouro hoje passa por propriedades particulares e é para conhecer a história do Caminho do Ouro e para visualizar detalhadamente o local. Visitar o Caminho do Ouro permite conhecer, não só uma importante obra de engenharia, mas também uma ecologia deslumbrante e o povo paratiense com sua cultura, seu passado e seu presente. Cachoeiras, ateliers, alambiques, comidas caseira e muito mais.
História e natureza andam juntas pela estrada calçada com pedras, cuja parte preservada inicia próximo à Cachoeira do Tobogã e termina no alto da serra. A natureza no entorno do Caminho do Ouro está repleta de árvores, córregos e cachoeiras, envolvendo uma história feita de sangue, suor e ouro. Ouro que trouxe felicidade a alguns, mas suor e sangue para muitos índios e escravos forçados a trabalhar nas minas, na construção das estradas e no carregamento do ouro. Durante a colonização do Brasil, essa trilha foi aproveitada pelos portugueses para desbravar as regiões do Vale do Paraíba e de Minas Gerais. As tropas de mulas subiam e desciam tão intensamente pela trilha que foi necessário calçar os trechos de serra para suportar o tráfego. Esse trecho calçado com pedras começa, na sua parte mais baixa, junto à igreja do Penha, terminando, aproximadamente, dez quilômetros acima, próximo à divisa entre Paraty e Cunha. A maior parte do caminho está dentro da mata, sendo que alguns trechos estão cobertos por terra e vegetação e, outros foram destruídos pelo tempo ou pelo homem, porém em quase todo o trajeto o calçamento de pedras está visível.
O passeio pelo Caminho do Ouro não pode ser feito por conta própria, o ideal é contratar um guia (pode ser conseguido no local de início ou nas agências de turismo), pois o Caminho do Ouro hoje passa por propriedades particulares e é para conhecer a história do Caminho do Ouro e para visualizar detalhadamente o local. Visitar o Caminho do Ouro permite conhecer, não só uma importante obra de engenharia, mas também uma ecologia deslumbrante e o povo paratiense com sua cultura, seu passado e seu presente. Cachoeiras, ateliers, alambiques, comidas caseira e muito mais.
Mergulho
As ilhas de Paraty são uma ótima opção para os amantes de mergulho, para as pessoas que gostam de tirar fotos submarinas e para os que gostam apenas de apreciar a vida marina.
Os mergulhos autônomos são feitos em ilhas, cujas bases rochosas terminam na areia do fundo. Dentro das tocas formadas pelas pedras ficam os peixes maiores e próximos às pedras há dezenas de pequenos peixes coloridos, é normal encontrar durante os mergulhos arraias, caranguejos, estrelas do mar e tartarugas, há poucos corais na região. A visibilidade varia muito de acordo com o tempo e a época do ano, durante o verão a água costuma ficar mais limpa do que no inverno, entretanto se num local a água não está com boa visibilidade pode-se experimentar outro local próximo, pois é normal ocorrer diferenças de visibilidade mesmo em lugares não muito distantes. Em Paraty existem diversas operadoras que oferecem cursos de mergulhos, alugam equipamentos, fazem recarga de cilindros, além dos passeios para mergulho. Quem nunca mergulhou pode fazer o “batismo” que é um mergulho autônomo com duração de 30 minutos acompanhado de instrutor, após uma rápida aula teórica.
As ilhas mais procuradas e indicadas para essa prática são a Ilha dos Cocos, Ilha dos Meros, Ilha dos Ratos, Ilha Comprida, Ilha dos Ganchos e Ilha Deserta.
Cachoeiras
Assim como algumas praias, há cachoeiras também localizadas em áreas particulares.
As cachoeiras de Paraty são riquezas ecológicas que integram um cenário de rios e afluentes que, entre subidas e descidas pela serra contemplam a paisagem. São dezenas de cachoeiras, muitas com vegetação nativa, outras com quedas d’água, poços para nadar tranquilamente e águas cristalinas. Dentre as prediletas estão:
Cachoeira de Pedra Branca: Trata-se da mais bela cachoeira de Paraty, junto à esta cachoeira encontra-se as ruínas da primeira usina de força da cidade. Esta cachoeira é formada por duas quedas d’água que terminam em piscinas naturais. O proprietário da fazenda que a cachoeira está localizada cobra pequena taxa de ingresso, que é utilizada na manutenção e limpeza do local.
Cachoeira do Tobogã: Tem uma pedra grande e lisa que é usada como escorregador, o que deu origem ao nome desta cachoeira, é muito visitada tanto por turistas como por moradores locais que praticam o “surf na pedra”, logo acima do escorregador há uma queda d’água que permite ficar por trás da cortina de água, numa pequena gruta.
Cachoeira do Melancia: Essa cachoeira é uma das mais bels e maiores cachoeiras de Paraty, é formada por três quedas d’água e no fim de cada queda d’água há um belo poço, em volta da cachoeira há uma bela vegetação nativa. Para os que gostam de fazer trilha esta é uma boa opção, mas vale lembrar que é importante a presença de um guia. A cachoeira está localizada dentro de uma propriedade privada e é cobrada uma taxa de entrada.
Outras belas cachoeiras são a Cachoeira de Iririguaçú, Cachoeira da Usina, Cachoeira Pedra Lisa, entre outras.CACHOEIRA DE PEDRA BRANCA
CACHOEIRA DO TOBOGÃ
CACHOEIRA DO MELANCIA
Praias
Paraty conta com mais de cem prais, uma mais bela que a outra, porém algumas estão em áreas privadas (dentro de condominios, pousadas, por exemplo), mas ainda resta muitas que são de livre acesso, como as que veremos a seguir:
PRAIA VERMELHA
A areia dessa praia possui um tom avermelhado e grãos maiores, o mar sempre limpo e calmo. Possui alguns bares e duchas de água doce, aproveitando as nascentes da área. O visitante pode ainda aproveitar para andar escuna nesta praia.
PRAIA DESERTA
É uma das belíssimas praias de Paraty, tem uma casa rústica cercada pela mata, um riacho que corta a praia e águas transparentes, é excelente para mergulho. Algumas amendoeiras na praia se destacam da vegetação nativa, o acesso é apenas por barco que leva em media duas horas saindo do centro de Paraty e trinta minutos se sair do bairro Paraty-Mirim.
PRAIA DO SONO
As areias desta praia são finas e as águas esverdeadas, a vegetação nativa e amendoeiras na orla da praia dar um toque especial, vivem uma pequena comunidade caiçara nesta praia. Tem uma trilha de vinte minutos que inicia junto à igreja localizada no meio da praia que leva a várias piscinas naturais formadas pelo córrego da Jamanta, sendo o Poço do Jacaré uma das melhores piscinas para banho, em um dos cantos da praia deságua o córrego do Sono, também um ótimo lugar para banho de água doce. Esta praia está cercada por montanhas altas por isso os raios de sol demoram a aparecer na manhã e somem logo à tarde, proporcionado um “Sono” mais demorado. Não há pousada, mas é possível acampar nos locais permitidos ou alugar casas rústicas e nos finais de semana, algumas casas de pescadores fornecem refeições simples e bebidas.
Estas são apenas um “aperitivo” das muitas praias de Paraty. Outras lindas praias são a Praia da Conceição, Praia da Eca, Praia do Pontal, Praia do Buraco, Praia de Iriri, Praia de Iticupê, Praia de Jurumirim, Praia de Belvedere, Praia de Tarituba (nesta praia foram gravadas cenas da novela “Mulheres de Areia”, em 1992), entre outras dezenas de praias.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Um pouco da história de Paraty
Em meados do ano de 1600 foi fundado o primeiro povoado de Paraty em torno da Igreja de São Roque. Após 40 anos os índios que viviam no outro lado do rio (Hoje o centro Histórico) foram expulsos e assim o povoado foi crescendo e no século XIX passou a ser muito importante para a economia nacional, pois chegou a ser o segundo principal porto do Brasil e de onde saia o ouro das Minas Gerais para Portugal. Durante essa época, vários Casarões começaram a ser construídos.
Com o fim do ciclo do ouro a cidade se manteve graças a produção da cachaça, considerada uma das melhores do país.Algum tempo depois o porto de Paraty voltou ter bom movimento, pois o café vindo do Vale do Paraíba era embarcado no município com destino a Portugal.
A maior crise do município foi na época da abolição da escravatura no ano de 1888, pois o município perdeu o movimento em seu porto e a população que era de aproximadamente 16.000 habitantes caiu para menos de mil.
Praticamente esquecida a cidade começou a se recuperar com a construção da Rodovia Rio Santos, que liga os dois principais centros econômicos do Brasil. Isso aumentou o movimento na cidade e melhorou muito o acesso. Com isso o turismo começou a aparecer tanto pelas belezas naturais do local quanto por sua arquitetura em estilo colonial preservado. Hoje o município é visitado por turistas de todo o mundo.
No ano de 1966 a cidade foi reconhecida como Monumento Nacional.
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